quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014

Sonda da NASA descobre 715 novos mundos!


O Telescópio espacial Kepler, da NASA, descobriu mais de 700 novos exoplanetas, quase dobrando o número atual de mundos alienígenas confirmados.
Sonda da NASA descobre 715 novos mundos!
Os 715 planetas recém-descobertos, que os cientistas anunciaram hoje (26 de fevereiro), aumentam o total de registros de mundos alienígenas para  1.800.
O telescópio espacial Kepler é responsável por mais da metade destes achados, descobrindo 961 exoplanetas até agora, com mais milhares de candidatos aguardando a confirmação através de investigações de acompanhamento.
“Esta é a maior descoberta de planetas já confirmados anunciados de uma só vez”, disse Douglas Hudgins, da Divisão de Astrofísica da NASA, em Washington.
Cerca de 94% desses novos mundos alienígenas são menores que Netuno, segundo os pesquisadores, reforçando ainda mais as observações anteriores que sugeriam que a nossa galáxia, a Via Láctea, está repleta de planetas rochosos como a Terra.
A maioria dos 715 exoplanetas estão perto de suas estrelas-mãe, tornando-se quentes demais para suportar a vida como a conhecemos. Mas quatro dos mundos são inferiores a 2,5 vezes o tamanho da Terra e estão na “zona habitável”, a faixa que apresenta a temperatura ideal para a existência de água líquida na superfície de um planeta.
Todos os 715 planetas residem em sistemas multiplanetários, assim como a Terra. Tomados em conjunto, os novos planetas orbitam um total de 305 estrelas.
Os estudos que detalham a descoberta dos 715 mundos alienígenas serão publicados no dia 10 de março no The Astrophyiscal Journal.

Meteorito pode abrigar provas de vida de Marte


Sinais de vida antiga marciana foram encontrado dentro de um meteorito do Planeta Vermelho?
Marte
Uma equipe de cientistas afirma que os túneis microscópicos e esférulas ricas em carbono que preenchem o interior de um meteorito marciano conhecido como Yamato 000.593 podem ter sido formados por organismos do Planeta Vermelho há muito tempo.
O novo estudo, que foi publicado na edição de fevereiro da revista Astrobiology, não afirma que Yamato 000.593 tenha provas conclusivas sobre vida em Marte. Mas a pedra pode realmente conter algo verdadeiramente especial, segundo os autores do estudo.
“Não podemos excluir a possibilidade de que as regiões ricas em carbono no meteorito podem ser o produto de mecanismos abióticos, porém, as semelhanças texturais e composicionais com amostras terrestres, que foram interpretadas como biogênicas, implicam na possibilidade intrigante de que as características na pedra foram formadas pela atividade biótica”, escreveram os autores.
O novo estudo vem 18 anos depois que pesquisadores anunciaram que tinham encontrado evidências de possíveis formas de vida em um outro meteorito marciano, conhecido como Allan Hills 84001 (ALH 84001). Grande parte da comunidade científica não levou o estudo a sério, concluindo que as características da rocha eram de origem abiótica.
O novo estudo já apresenta ceticismo semelhante, assim como seus autores, sem dúvida, sabiam que seria.
A equipe de pesquisadores pretende continuar e ampliar sua investigação sobre a rocha de 13,5 kg, que os cientistas dizem que se formou a cerca de 1,3 bilhões de anos em Marte e caiu na Antártida 10.000 anos atrás, depois de ter decolado do Planeta Vermelho por um evento de impacto.

A incrível levitação quântica


O Museu do Norte de História e Ciência Natural, em Lancaster, EUA, está exibindo sua mais nova atração: a levitação quântica. É uma pista circular de ímãs acima do qual um disco levita magicamente, parecendo desafiar as leis da física.

A chave para o levitador é o disco, que é feito de um material supercondutor ensanduichado entre camadas de cristal de ouro e safira. O material supercondutor permite que o campo magnético entre nele, criando uma espécie de prisão invisível para o objeto, que fica flutuando.
Um pedaço de espuma é colocado no topo e mantido no lugar com a película de plástico agregada. O disco é então mergulhado em nitrogênio líquido, a uma temperatura de -184 graus Celsius.
Qual a utilidade disso, você deve estar se perguntando? Pesquisadores explicam que a técnica pode ser usada para aprimorar meios de transporte, e, talvez, ajudar no desenvolvimento de um carro voador.

terça-feira, 25 de fevereiro de 2014

Água é detectada em planeta extra-solar


esquisadores descobriram água na atmosfera de um planeta fora do nosso sistema solar, com uma nova técnica que pode ajudar os pesquisadores a aprender como muitos planetas com água, como a Terra, existem em todo o universo. A equipe de cientistas que fez a descoberta inclui astrônomos da Penn State University e outras instituições. Os astrônomos detectaram a água na atmosfera de um planeta mais massivo que Júpiter, que orbita a estrela Tau Boötis, localizada a apenas 50 anos-luz da Terra.
Tau Boötes b
Chad Bender, associado de pesquisa no Departamento de Astronomia e Astrofísica da Penn State e um co-autor do estudo, disse que “planetas como Tau Boötes b, que tem a mesma massa de Júpiter ou mais, mas são muito mais quentes, não existem em nosso sistema solar. Nossa detecção de água na atmosfera de Tau Boötes b é importante porque nos ajuda a entender como esses planetas exóticos se formam e evoluem. Ela também demonstra a eficácia da nossa nova técnica, que detecta a radiação infravermelha na atmosfera desses planetas”.
Os cientistas já haviam detectado vapor de água em um punhado de outros planetas, usando uma técnica que só funciona se um planeta tem uma órbita que passa na frente de sua estrela, quando visto da Terra. Os cientistas também foram capazes de usar outra técnica de imagem que só funciona se o planeta está suficientemente longe da sua estrela hospedeira. No entanto, uma parte significativa da população de planetas extra-solares não se encaixa em qualquer um destes critérios, e não havia uma maneira de descobrir informações sobre as atmosferas desses planetas até então.
“Estamos aplicando a nossa técnica de infravermelho para vários outros planetas”, disse Bender. Com a nova técnica de detecção e telescópios mais potentes no futuro, como o Telescópio Espacial James Webb e o Thirty Meter Telescope, os astrônomos esperam ser capazes de analisar as atmosferas de planetas que são muito mais frios e estão mais distantes de suas estrelas hospedeiras, onde a líquida é ainda mais provável de existir.

Gravidade de Saturno controla colossais gêiseres de Encélado


A força gravitacional de Saturno é responsável pelos extraordinários gêiseres quentes na lua Encélado que expelem água para o espaço.
Colossais gêiseres de Encélado
Ilustração de um gêiser em Encélado
As partículas são ejetadas a partir de fissuras ativas conhecidas como “listras de tigre” no pólo sul de Encélado, uma das maiores luas de Saturno. O sal presente nas plumas sugere que a água pode vir de um oceano líquido sob sua crosta gelada.
Mas não estava claro o que conduz a atividade geológica nesta lua. Agora, uma equipe de pesquisadores, através de dados da sonda Cassini, da NASA, observou que a pluma era quatro vezes mais brilhante quando Encélado estava mais distante de Saturno.
Encélado orbita Saturno em uma órbita distorcida – elíptica ao invés de circular. Isso faz com que a lua seja puxada e espremida pela gravidade de Saturno, o que acaba aquecendo o seu interior e permitindo a atividade geológica na lua gelada.
Em 2005, os cientistas descobriram que a superfície desta lua de 500 quilômetros de largura era geologicamente ativa. Desde então, eles têm estudado como Saturno influencia essa atividade em Encélado.
Liderados por Matthew Hedman, da Universidade de Cornell, EUA, os pesquisadores analisaram se a intensidade das plumas do pólo sul de Encélado estava mudando.
“A pluma é muito mais brilhante quando está mais distante de Saturno do que quando está mais próxima do planeta”, explicou o Dr. Hedman. “A maré de Saturno impõe um efeito significativo sobre a quantidade de material que pode escapar dos gêiseres de Encélado.

Ambiente habitável

Colossais gêiseres de Encélado
Ele explicou que os gêiseres podem dar dicas sobre a “rigidez do interior da lua”, o que pode ajudar os cientistas a descobrir o que está acontecendo sob a superfície, e de onde o vapor de água e correntes de gelo vieram.
“Ninguém entende perfeitamente por que Encélado é geologicamente ativa, mas esta pluma tem aplicações potenciais interessantes para tentar entender o que poderia ser um ambiente habitável”, acrescentou o Dr. Hedman.
Segundo os pesquisadores, o novo estudo reforça a ideia de que Encélado, bem como outras luas do sistema solar, tem um oceano líquido subsuperficial, onde pode existir vida. Diferentemente da lua Europa (lua de Júpiter onde os cientistas não podem observar diretamente o material subsuperficial), os gêiseres de Encélado oferecem um vislumbre de como é o material que se encontra sob a superfície da lua.
Encélado, além da Terra, é um dos poucos locais do sistema solar onde podemos assistir a atividade geológica em tempo real, o que pode nos ajudar a compreender também mundos menos ativos.
“A provável presença de água líquida e de uma química orgânica complexa torna Encélado especialmente intrigante como um habitat potencial para vida extraterrestre, proporcionando uma motivação adicional para investigarmos seu interior.”

O tempo realmente existe?

Você acordou hoje com o despertador. Chegou a hora de almoçar. Depois veio a hora de trabalhar. E, por fim, o delicioso momento de voltar para a casa chega. Parece que tudo ao nosso redor está relacionado ao tempo. Mas que tempo é esse que nos referimos? É o mesmo que os físicos consideram?
Relógio
Ao longo dos anos, a noção de tempo tem mudado. Realmente precisamos dessa noção para descrevermos certas características do mundo físico. Por exemplo: a luz “caminha” na imensa velocidade de 300.000 km/s, o seu coração tem aproximadamente 75 batimentos por minuto e o nosso planeta faz seu movimento de rotação a cada 24 horas. Percebe como tudo está carregado com a noção do tempo? Mas poderíamos mudar isso sem fazer relação direta com ele. Poderíamos convergir tudo ao batimento cardíaco dizendo que a Terra faz seu movimento de rotação em 108.000 batimentos e que a luz viaja a 240.000 km por batimento. Acabei com o tempo? Não, simplesmente substituí a noção por outras “moeda”.
Mas algo que sempre me intrigou foi o seguinte: Quem determinou que uma hora deve ter 60 minutos e que um minuto deve ter 60 segundos? Sim, há uma explicação física para as escolhas dessa nossa noção do tempo. Mas o tempo em si não tem existência independente. Ele é simplesmente nossa moeda corrente.
Digamos que a moeda corrente não fosse baseada em notas de reais, mas sim em xícaras de café. Imagine que você vá comprar seu tênis, sapato, carro ou qualquer outra coisa. No momento exato da compra você pagaria em xícaras de café. Essa seria a mudança. Você substituiu simplesmente a moeda. O mesmo se dá com o tempo. A noção que temos dele simplesmente deixa tudo mais fácil (e cômodo!) para nós.
Em um futuro artigo, vamos considerar como nosso cérebro funciona e como ele reconhece a passagem do tempo.

domingo, 23 de fevereiro de 2014

Primeira missão privada à Marte em 2018 ?



Um empresário quer fretar um foguete da SpaceX para lançar duas pessoas em uma viagem interplanetária com destino à Marte. Isso seria feito em 2018.
Primeira missão privada à Marte em 2018?
A notícia foi dada pelo multimilionário Dennis Tito, fundador de uma organização sem fins lucrativos chamada Inspiration Mars Foundation. Ele foi o primeiro o turista espacial, quando ficou uma semana à bordo da ISS (Estação Espacial Internacional) em 2001, à um custo de US$ 20 milhões (R$ 40 milhões).
E agora, ele parece demonstrar interesses muito mais ousados.
Tito irá realizar uma conferência no dia 27 de fevereiro detalhando seu ambicioso plano. Ele já revelou que pretende contratar a SpaceX para fornecer uma nave espacial ainda em desenvolvimento, – uma versão modificada da cápsula Dragon.
Devido ao curto espaço de tempo para desenvolver a tecnologia necessária que tornará possível a missão, a nave utilizará tecnologia já existente para suportar a vida no espaço e não fará qualquer tentativa de pousar na superfície marciana. A missão deverá somente realizar um sobrevoo sobre o Planeta Vermelho.
De acordo com Tito, a missão trará novos conhecimentos, experiência e um impulso para uma nova era da exploração espacial. Isso tudo soa muito nobre e emocionante, mas até a conferência na próxima semana, é difícil comentar os detalhes.
Ainda não se sabe ao certo, por exemplo, se uma pessoa é capaz de resistir mais de 500 dias em uma missão distante, sob fenômenos adversos do espaço. Os efeitos psicológicos e físicos ainda são incertos, mas é sabido que o conforto da tripulação estará limitado à suas necessidades básicas, como água e comida
.Será que estamos próximos de uma nova era da exploração espacial ?

Elevadores levarão pessoas ao espaço até 2050


Em um futuro não tão distante, elevadores serão a forma mais rápida e segura de levar astronautas para o espaço. A ideia foi abordada em um texto chamado ”Space Elevators: An Assessment of the Technological Feasibility and the Way Forward”, criado pela Academia Internacional de Astronáutica.
Elevadores levarão pessoas ao espaço até 2050
Além disso, elevadores, a longo prazo, seriam bem menos custosos do que o lançamento de foguetes.
Em 2012, um projeto da empresa japonesa Obayashi Corp. já planejava a construção de um elevador espacial com capacidade para transportar 30 pessoas em uma viagem de 36 mil quilômetros entre a Terra e a ISS – que demoraria pouco mais de uma semana.
“No futuro, as pessoas rirão e se perguntaram porque fazíamos foguetes para ir ao espaço”, afirmou o engenheiro Peter Swan, especialista da área.
Alguns fatores tecnológicos podem facilitar o desenvolvimento de um elevador espacial, como nanotubos de carbono (material de muita resistência e mais barato que o aço) e o avanço no desenvolvimento de painéis solares.

sábado, 22 de fevereiro de 2014

Gliese 710, a futura invasora de nosso sistema solar ?


Nossa majestosa estrela, o Sol, pode receber companheira em breve (pelo menos em escalas de tempo cósmicas). Um astrônomo russo chamado Vadim Bobylev deixou várias pessoas preocupadas ao alertar sobre “um segundo sol”.
Anã marrom
Em menos de dois milhões de anos, há uma chance de 86% de nosso estrela receber uma parceira – Gliese 710, que estará aproximadamente a apenas 1 ano-luz de nós. Porém, alguns milhões de anos depois, ela adentrará nosso sistema solar, perturbando a Nuvem de Oort e causando alguns ”problemas orbitais” em alguns corpos, podendo inclusive realinhar algumas órbitas (como na canção de Cássia Eller ”Segundo Sol”). Há também o risco de Gliese 710 perturbar seriamente a Nuvem de Oort, causando uma chuva de cometas em todo o sistema solar.
Felizmente, os cálculos de Bobylev demonstraram que há uma chance muito remota que a estrela se aproxime do sistema solar interior – apenas 0,1%.
Gliese 710 é uma anã marrom que está na constelação de Serpens, a 63 anos luz. Segundo o astrônomo, ela está chegando mais perto de nós. Em 1,4 milhão de anos, será tão visível quanto Antares.
Embora o sistema solar esteja rodeado de estrelas vizinhas, até bem pouco tempo atrás não estava claro o movimento dessas estrelas pela Via Láctea. Um levantamento realizado pela sonda Hipparcos, da ESA, forneceu dados de aproximadamente 100 mil estrelas próximas. Esses dados permitiram aos astrônomos saber quais estrelas estavam mais próximas de nós há milhões de anos e quais estarão mais próximas no futuro.
Motivo de preocupação? Talvez. O mais provável, no entanto, é que daqui a dois milhões de anos já tenhamos colonizado outros sistemas planetários

Como distinguir um buraco negro de uma singularidade nua


Um novo estudo teórico conduzido por pesquisadores do Centro Harvard-Smithsonian de Astrofísica descobriu que há uma maneira, em princípio, de existirem buracos negros sem um horizonte de eventos – chamados de “singularidades nuas”.
Como distinguir um buraco negro de uma singularidade nua
Uma imagem gerada por computador de um campo de estrelas (à esquerda), visto por um astronauta perto de um buraco negro no centro do campo de visão (direita). A gravidade do buraco negro cria distorções visuais, algo bastante incomum.
Os buracos negros com massas de milhões ou até bilhões de vezes a do Sol parecem residir nos núcleos de galáxias. Em casos extremos, como  em quasares (núcleo de galáxias ativas alimentados por buracos negros supermassivos), há a ejeção de jatos estreitos de partículas a uma velocidade próxima à da luz. Acredita-se que esses jatos sejam conduzidos pela acreção de matéria em um disco quente em torno do buraco negro. Buracos negros muito menores, no entanto, são formados após o colapso de uma estrela muito massiva em uma supernova.
Um buraco negro na teoria tradicional é caracterizado por não ter “nenhum cabelo”, ou seja, é tão simples que pode ser completamente descrito por apenas três parâmetros: massa, spin, e carga elétrica. No paradigma padrão, o buraco negro é cercado por um “horizonte”, e uma vez que qualquer coisa – matéria ou luz (energia) – cai dentro desse horizonte, ela não pode escapar.
Esse quadro pode ser atraente, mas não há nenhuma prova direta que indique que núcleos galácticos tem, necessariamente, buracos negros com horizontes. As equações que descrevem o colapso da matéria na relatividade geral permitem outras soluções, e não exigem em todos os casos que o estado final final deve ser um buraco negro com horizonte. Se, por exemplo, a matéria for condensada muito gradualmente em vez de rapidamente em uma supernova, a teoria sugere que é possível que o produto final seja um buraco negro sem um horizonte de eventos. Tal objeto é chamado de “singularidade nua”.
O astrônomo Ramesh Narayan e dois colegas criaram uma maneira, pelo menos em teoria, para que tal processo de colapso gradual forme  uma singularidade nua. Além disso, eles exploraram maneiras pelas quais podemos distinguir os buracos negros de singularidades nuas usando o caráter da radiação emitida a partir de um disco em torno deles. Os resultados podem ajudar os astrônomos a investigar como esses objetos bizarros podem ter se formado.

A origem do nosso sistema solar

Há muito tempo atrás (aproximadamente de 4 à 5 bilhões de anos), uma nebulosa deu origem a uma estrela, e posteriormente à alguns planetas, os quais, juntos, seriam chamados de sistema solar. Conheça agora um pouco mais da nossa história.
A origem do nosso sistema solar
Após a formação do sol, pelo acumulo de gás no centro da nebulosa, formou-se um disco protoplanetário, que daria origem aos nossos vizinhos cósmicos, e ao nosso planeta, a Terra.
Os planetas interiores começaram a se formar na área mais quente. Eram pequenos no início, e evoluíram até o tamanho atual por colisões com outros corpos que haviam por perto. Os gigantes gasosos (Júpiter, Saturno, Urano e Netuno), formaram-se na ”zona de gelo”, onde  é mais fácil a captura de elementos como hidrogênio e hélio por serem bem mais leves.
Na tabela abaixo, você pode ver um ”cronograma” da história do nosso sistema solar.
Sem_t_tulo
Cada satélite teve uma origem especifica. Alguns surgiram de impactos (como é o caso da lua), e outros juntamente com os planetas (capturados pelo campo gravitacional de cada um), assim como é o caso dos satélites irregulares.
Sistema solar
No início, nosso sistema era um lugar perigoso e agitado, com impactos constantes e algumas mudanças orbitais. Ao longo da história, Júpiter, com seu imenso campo gravitacional e tamanho, nos salvou de vários impactos que poderiam ou não interferir na evolução da vida da Terra.

sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014

ola pessoal que acompanham o blog o ceu não é o limite estou desenvolvendo varios aplicativos para download
por enquanto so desenvolvi um aplicativo para os fas de star wars vou deixar o link

link: http://www.4shared.com/mobile/vlinYSZjba/respirao_do_darth_vader.html?

Satélite perdido na órbita da Terra pode causar uma tragédia estilo Gravidade


Em algum lugar em órbita de nosso planeta está um satélite perdido representando uma ameaça que poderia causar uma catástrofe estilo Hollywood.
Satélite perdido na órbita da Terra pode causar uma tragédia estilo Gravidade
O Envisat, de 9 metros de largura, perdeu contato com a Terra em 2012 e desde então tem estado sem controle humano e com o risco de se colidir com lixo espacial,  enviando um cobertor devastador de detritos para outros satélites que estão a 790 quilômetros acima de nossas cabeças.
Se isso soa como a premissa do filme recente Gravidade, não é à toa.  No filme, russos bombardeam um satélite não-operacional, o que faz com que fragmentos da explosão destruam a Estação Espacial Internacional, deixando George Clooney e Sandra Bullock em apuros.
Se ocorrer uma colisão, ela poderia levar a um efeito de reação em cadeia conhecido como Síndrome de Kessler, onde detritos de movimento rápido fazem com que várias colisões deixem uma nuvem de estilhaços em órbita, ameaçando a segurança de outros satélites e naves espaciais. Se esses satélites forem atingidos, podem interromper redes de telecomunicações e sistemas de GPS. Além disso, uma colisão poderia deixar muitos obstáculos para futuras missões espaciais, que deverão desviar de todo o lixo espacial.
E o alto custo e complicado processo de trazer este satélite de volta para a Terra significa que ele ficará por um bom tempo em órbita.

Você sabia que a Terra possui mais de uma lua?

Sim, você leu certo… aquele esfera esburacada que chamamos de Lua não é o único satélite natural do planeta Terra. Mas calma, nem tudo o que você aprendeu na escola está completamente errado.
Você sabia que a Terra possui mais de uma lua?
A Terra é um corpo rochoso massivo, e portanto, atrai objetos menores para sua órbita. A lua que embeleza as nossas noites é somente o maior satélite natural em órbita, mas não o único. A gravidade do planeta pode atrair alguns objetos menores, como asteróides, os transformando no que os cientistas chamam de “miniluas”. Essas miniluas ficam apenas um período de tempo limitado na órbita terrestre, diferentemente da Lua. 
Hoje, sabemos da existência de duas miniluas em órbita da Terra – um asteroide do tamanho de uma máquina de lavar e outro com mais de seis metros de diâmetro. Felizmente, esses satélites que a Terra consegue capturar não oferecem qualquer risco de colisão.
Existem inclusive diversos projetos que visam explorar essas miniluas, uma vez que elas contém informações valiosas sobra a origem e evolução do sistema solar.
Vale lembrar, no entanto, que podem existir muito mais objetos em órbita. Mas como eles geralmente são muito pequenos e escuros, é extremamente difícil detectá-los. Para esses objetos, os astrônomos criaram a categoria chamada “quase-satélites”,  e diferentemente das miniluas, não são considerados luas secundárias. 

quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014

NASA revela o mistério de como as estrelas explodem

A NASA criou o primeiro mapa do material radioativo em uma remanescente de supernova, revelando um dos maiores mistérios do universo: como estrelas explodem e semeiam o universo com elementos pesados​​, como o ferro, titânio e ouro.

A simulação 3D acima mostra o processo de explosão de Cassiopeia A, feita a partir de dados registrados pelo Nuclear Spectroscopic Telescope Array (NuSTAR).
A imagem mostra como ondas de choque rasgam massivas estrelas em colapso.
Estrelas são bolas esféricas de gás, e assim você pode pensar que quando terminam suas vidas, a explosão seria parecida com uma bola uniforme se expandindo para fora com grande poder. Nossos novos resultados mostram como o coração da explosão, ou o motor, é distorcido, possivelmente porque as regiões do interior literalmente chapinham ao redor antes de explodir.
Abaixo uma imagem atual de Cassiopeia A:
Cassiopeia A
Cassiopeia A foi criada quando uma estrela maciça explodiu como uma supernova, deixando um cadáver estelar denso e seus restos ejetados. A luz da explosão chegou à Terra algumas centenas de anos atrás, então estamos vendo a remanescente estelar quando era fresca e jovem.
Supernovas semeiam o universo com muitos elementos, incluindo o ouro de nossas jóias, o cálcio nos nossos ossos e o ferro no nosso sangue. Enquanto pequenas estrelas como o nosso sol enfrentam mortes menos violentas, as estrelas pelo menos oito vezes mais massivas que a nossa explodem em supernovas. 

A teoria que sugere que estamos vivendo em um buraco negro

Eles podem ser uma das forças mais devastadoras no espaço, mas os buracos negros podem conter civilizações avançadas como a nossa dentro deles. Isso é de acordo com uma teoria radical que sugere que podemos estar vivendo em um buraco negro – e não temos nenhuma forma escapar.
A teoria que sugere que estamos vivendo em um buraco negro
O modelo ainda sugere que se cairmos no buraco negro no centro da Via Láctea, nossas partículas desfiadas podem ir parar em outro universo.
Vários físicos teóricos têm explorado esse conceito ao longo dos últimos anos, mais notavelmente Nikodem Poplawski, da Universidade de New Haven.
Einstein previu que o centro dos buracos negros era infinitamente denso e pequeno (um ponto chamado singularidade). No entanto, alguns pesquisadores argumentam que o “infinito” não é normalmente encontrado na natureza.
Eles acreditam que uma coisa pequena, mas finita, pode estar lá em vez da singularidade. No coração da teoria Dr Poplawski está a crença de que a “semente” do universo pré-Big Bang foi formada dentro de um buraco negro.
Buraco negro
Poplawski explica que essa semente é trilhões de vezes menor do que qualquer partícula que um ser humano já foi capaz de descobrir. Esta pequena partícula era poderosa o suficiente para desencadear a produção de todas as outras partículas que agora compõem as galáxias, sistemas solares, planetas e pessoas.
O Dr. Poplawski sugere que esta semente foi forjada em buracos negros, ‘fornos’ de universos super-poderosos.
Os buracos negros são criados quando as estrelas gigantes ficam sem combustível e colapsam sobre si mesmas. Quando isso acontece, uma supernova explode todas as camadas externas da estrela para o espaço. A intensa força gravitacional do buraco negro suga tudo, até mesmo a luz. A gravidade é tão forte porque a matéria é espremida em um espaço minúsculo – porém finito.
Dr. Poplawski diz que é possível que o buraco negro seja uma “porta de sentido único” entre dois universos.
Ele argumenta que, se você caísse no buraco negro no centro da Via Láctea, é concebível que você caia um universo paralelo (se pudesse sobreviver, é claro).
Se o nosso universo foi criado por uma “semente” superdensa, a teoria sugere que também podemos estar vivendo dentro de um desses buracos negros.

Está chovendo asteróides nessa estrela minúscula

Uma pequena estrela chamada PSR J0738-4042 está sendo bombardeada por asteróides, de acordo com observações feitas com o telescópio Parkes, que é operado pela agência nacional de ciência da Austrália, CSIRO.
Está chovendo asteróides nessa estrela minúscula
“Uma dessas rochas parece ter tido uma massa de cerca de um bilhão de toneladas”, disse Ryan Shannon, astrônomo da CSIRO e membro da equipe de pesquisa.
PSR J0738-4042 encontra-se a 37 mil anos-luz da Terra, na constelação de Puppis, de acordo com o comunicado de imprensa anunciando a descoberta.
O ambiente que cerca a estrela observada é cheio de ventos e partículas radioativas de alta velocidade.
“Se um grande objeto rochoso pode se formar aqui, os planetas poderiam se formar em torno de qualquer estrela. Isso é emocionante”, disse Shannon. A estrela estudada é um pulsar, que emite um feixe de ondas de rádio. Conforme ele gira, o feixe de rádio pisca regularmente sobre a superfície da Terra. [Estrelas de nêutrons: uma concepção cataclísmica]
Em 2008, Shannon e um colega sugeriram que os asteróides que caem na superfície do pulsar retardariam a alta taxa de rotação da estrela e alterariam a forma do pulso de rádio. ”Isso é exatamente o que vemos neste caso”, disse Shannon.
Os asteróides em torno do pulsar podem ter surgido quando a estrela que o formou explodiu, segundo os astrônomos. Estes materiais podem formar um disco de detritos em torno da estrela remanescente, que eles observaram em torno de outro pulsar chamado J0146 +61.
“Este tipo de disco poderia fornecer as “sementes” para a criação de asteróides maiores”, disse Paul Brook, estudante da Universidade de Oxford que liderou o estudo de PSR J0738-4042.

quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014

Desaparecido! Onde está o asteroide que ia se aproximar da Terra?

Anteontem à noite, um asteróide gigante deveria se aproximar da Terra, perto o suficiente para os astrônomos o vislumbrarem. Só que ele não apareceu, e agora eles afirmam que não têm ideia de onde a rocha de 270 metros passou ou está.
Asteroide
A pergunta que não cala é: como perderam de vista um asteróide do tamanho de três campos de futebol? A explicação mais provável é que sua órbita foi mal calculada anos atrás.
Mesmo com o seu paradeiro atual desconhecido, o asteroide não representa qualquer perigo atual para a Terra. Mas uma previsão tão equivocada assim certamente deixa receios em relação a futuras passagens de rochas espaciais.
Ainda assim, o observatório Slooh está tentando rastrear o asteróide com telescópios robóticos, e também pediu aos astrônomos amadores para ajudar com a pesquisa.
A última vez que o asteroide, chamado de 2000 EM26, foi observado foi em 2.000. Isso pode explicar o erro na previsão (que foi feita na época), uma vez que sua trajetória pode ter sido alterada