quarta-feira, 30 de outubro de 2013

Asteroide de 300m de largura passa 'perto' da Terra

Cálculos sugerem risco - pequeno - de colisão com nosso planeta em 2036

Astrônomos estão acompanhando a trajetória de um asteroide que poderia colidir com a Terra em 2036 - embora o risco de que isso ocorra seja mínimo.
Imagem do Apophis feita pelo Herschel Space Observatory em 2013 - Divulgação/ESA
Divulgação/ESA
Imagem do Apophis feita pelo Herschel Space Observatory em 2013
O asteroide, que vem sendo chamado de Apophis - em alusão ao demônio egípcio da destruição e da escuridão -, tem 300 metros de largura e poderia colidir com a Terra com a força de 100 bombas nucleares.
Neste momento, o Apophis passa a uma distância de 14 milhões de quilômetros da Terra - o que permite que astrônomos possam analisá-lo.
O grande pedaço de rocha não é visível a olho nu, mas pode ser observado no website Slooh, que veicula imagens do espaço.
Rota de colisão. O Apophis foi observado pela primeira vez em 2004 e na época causou alarde, porque cientistas calcularam que o risco de um choque com a Terra em 2029 era de um em 45 mil.
Mais tarde, esse risco foi descartado, com novos cálculos indicando que em 13 de abril de 2029 a massa rochosa deve passar a uma distância de cerca de 30 mil quilômetros da Terra.
As mesmas revisões, porém, indicam o risco de uma colisão em 2036, embora ele seja mínimo: de um em 200 mil.
"Em 2029, o asteroide passará tão perto de nós que mudará a órbita do centro de gravidade da Terra", explicou o professor Alan Fitzsimmons, astrônomo da Queen's University, em Belfast.
"A maior parte das novas órbitas potenciais nos deixaria seguros pelos próximos 100 anos, mas há uma pequena região do espaço na qual haveria o risco do asteroide nos atingir em 13 de abril de 2036."
Ameaças futuras. Os astrônomos estão aproveitando a recente passagem do Apophis pela Terra para estudá-lo, em uma tentativa de melhorar as previsões sobre sua rota.
"As medições de radares são incrivelmente precisas: calculamos a distância do asteroide e sua velocidade em relação a Terra, identificando sua órbita", diz Fitzsimmons.
É cada vez maior o interesse de pesquisadores por corpos celestes potencialmente perigosos para o nosso planeta.
Até agora, já foram identificados 9 mil asteroides próximos a Terra e uma média de 800 novas rochas espaciais são observadas todos os anos.
Segundo Fitzsimmons, aprender mais sobre tais corpos celestes é crucial: "Em algum momento, encontraremos um asteroide suficientemente grande para causar um estrago na superfície da Terra se deixarmos que o choque ocorra

Satélite capta a maior galáxia em espiral já registrada

Equipe de astrônomos, que conta com profissionais brasileiros, descobriu por acidente a colisão entre duas galáxias

Um satélite captou, por acidente, a maior galáxia em espiral já registrada por astrônomos. As imagens mostram uma explosão de luzes ultravioleta que indicam uma colisão com uma galáxia vizinha menor.
Descoberta da maior galáxia em espiral já registrada contou com cientistas da USP - Nasa/Divulgação
Nasa/Divulgação
Descoberta da maior galáxia em espiral já registrada contou com cientistas da USP
A equipe, que reúne cientistas da Nasa (agência espacial americana), do Observatório Europeu do Sul no Chile e da USP (Universidade de São Paulo), buscava dados sobre a formação de novas estrelas nas bordas da galáxia NGC 6872.
As imagens foram captadas pelo satélite Galex (Galaxy Evolution Explorer).
"Não estávamos buscando por uma espiral. Foi um presente", diz Rafael Eufrásio, da Universidade Católica da América e membro do Goddard Space Flight Center, da Nasa.
A galáxia NGC 6872, que fica a 212 milhões de anos-luz da Terra, na constelação de Pavo, já era conhecida por ter uma grande espiral.
A espiral recorde, no entanto, resulta provavelmente de uma colisão com a galáxia vizinha IC 4970.
A galáxia em espiral possui, segundo estimativas dos astrônomos, um tamanho cinco vezes maior que a Via Láctea, que engloba a Terra.
A descoberta foi comunicada à Sociedade Astronômica Americana.

sexta-feira, 25 de outubro de 2013

Sol dispara mais uma explosão monstruosa

As coisas estão realmente começando ficar quentes no sol. Nossa estrela desencadeou outra explosão forte na manhã dessa sexta-feira (25 de outubro), continuando um padrão de intensa atividade solar que dura uma semana.
Explosão solar
A sonda Solar Dynamics Observatory, da NASA, registrou a explosão solar classe X2.1.
O surto mais recente foi registrado como um evento de classe X – a mais poderosa. A explosão atingiu X2.1 na escala, superando a explosão de X1.7 que o sol disparou apenas sete horas antes. (Os astrônomos classificam erupções solares em três categorias – C, M e X -, sendo que a C é a mais fraca e a X é a mais forte).
Ontem, uma sonda da NASA registrou em vídeo uma explosão classe M9.
Três outras explosões solares irromperam entre domingo e terça-feira (20 – 22 outubro), e se fundiram em uma única nuvem de material enquanto se dirigiam para a Terra. Nenhum destas atividades está prevista para causar grandes problemas em nosso planeta, embora possam causar blecautes temporários  em sistemas de comunicação e em transmissões de rádio.
astronomia: é um ato de observar,amar,gostar,e descobrir algo.nesse sentindo estamos falando disso , algo que desperta nossa curiosidade que nós faz pensar como isso foi para ai,como tudo isso funciona,e como isso foi criado 
tudo isso é curiosidades que nunca saberemos quando,como e onde surgiu

quinta-feira, 24 de outubro de 2013

Da terra, são somente 5 planetas que conseguimos observar sem o auxílio de equipamento, estes são: Mercúrio, Vênus, Marte, Júpiter e Saturno. Procurá-los no céu exige um pouco de experiência, mas o ideal seria ir para algum local escuro, pois assim é mais fácil enxergar-los no céu.


a coisa mais linda do mundo
o céu uma grande extensão azul sobre as nossas cabeça que foi a inspiração para a criação desse blog